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Víboras no jardim: o risco das lonas de plástico pretas

Mão com luva abre saco preto com terra onde está uma cobra enrolada num jardim.

Entre o terraço, a horta e o abrigo das ferramentas, há muitas vezes algo a que quase ninguém liga - mas que, para víboras como a víbora-comum, pode transformar-se no esconderijo perfeito. Ao perceber o que torna este material tão apelativo, é possível tornar o terreno bem mais seguro com pequenos ajustes, sem cair em alarmismos.

Porque é que as víboras começam a aparecer no jardim

Na Europa Central, as víboras não andam apenas por serras isoladas ou zonas remotas. Hoje encontram condições muito favoráveis em aldeias, nas imediações das povoações ou em bairros residenciais pouco densos. Caçam ratos, crias de aves e lagartos, e aproveitam como refúgio estruturas criadas pelas próprias pessoas.

Calor e abrigo: o que estes répteis procuram

As cobras são animais de sangue frio. Para se manterem activas, caçarem e fazerem a digestão, dependem do calor do exterior. Para muitas espécies, a faixa ideal situa-se entre cerca de 25 e 30 °C. E é aqui que entra um erro comum em jardins, capaz de fornecer precisamente estes valores - dia após dia.

"Quando o calor fica retido e o local permanece calmo, forma-se quase automaticamente um 'quarto de cobras por uns tempos' - mesmo ali entre os canteiros e o terraço."

O risco subestimado: lonas de plástico pretas no jardim

O maior poder de atracção, na maioria dos casos, não vem de montes de pedras ou muros de pedra natural, mas sim de um auxiliar supostamente prático: lonas de plástico escuras, muitas vezes pretas, ou mantas sintéticas antiervas colocadas directamente sobre o solo.

Onde estes materiais costumam ser usados

Este tipo de material aparece em vários pontos do terreno, por exemplo:

  • película preta na horta para suprimir o crescimento de ervas daninhas

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